Atualizações

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Sem mais delongas, passemos às atualizações: número 1: ERRATA: No exato momento em que o último texto deste blog foi publicado, D. Lirinha decidiu que - somente para si -  tempo e envelhecimento agora seriam inversamente proporcionais. Nas seis semanas em que admirada a observo, não houve um dia sequer em que o estado de saúde da matriarca não superasse, em muito, o do dia imediatamente anterior. A neta aqui mordeu a língua... e com que gosto! número 2: A DEIXA: Diante da desconcertante afronta à leis naturais, resolvi recarregar o estoque de sarnas-para-me-coçar e me ocupar não mais somente de loucos, como também de tempo, espaço, força, direção... Vou estudar Física! número 3: A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: "Quando é que essa menina vai ganhar dinheiro?!?" É o que pergunta meu tio (que é esquizofrênico) ao ser informado de que vou começar o doutorado. número 4: A IRONIA: Doutorado em esquizofrenia. Rá-rá-rá! Muito bom! número 5: A OUTRA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: Quem é mesmo o doido nessa família? número 6: A BOA NOVA: Essa contagem idiota também está me irritando! Até gosto de números, mas adoro palavras: En-ca-de-a-das, umaatrásdaoutra, eXpreSSas! Gosto de com elas mexer, bulir, jogar! Quando meu mundo cresceu e do Português
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tranquilo
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suave
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materno
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tive de me   a f a s tar, a brincadeira ficou cansativa... me zanguei com as palavras! Podem os linguistas de plantão ir logo catando pedras portuguesas para me acertar, mas vamos combinar que uma língua só para o mundo todo estaria de muito bom tamanho! A-d-o-r-o palavras, mas a humanidade dominando aí alguma forma eficaz de telepatia... Já estou dentro do novo esquema! Só que a vida, sabe como é, não liga muito para meus fundamentados caprichos e adora me fazer piada! Há uns... cinco anos? - ainda que não continuamente - me debato com o Alemão. A língua Alemã é - com a liberdade de tomar emprestada de Dra. Lizete a expressão que até hoje melhor a definiu  - um nó! Assim exatamente como meu (outro) tio um dia carinhosamente me definiu: um nó cego! É língua de preciosismo tão assustador, que já me delicio com o absoluto êxtase de meu eventual encontro com a tal expressão mágica para a qual não exista tradução ainda mais irritantemente exata em Alemão... Ou, em Alemão: "Vorfreude". Línguas me pegam pela palavra escrita. Ou consigo alguma liberdade no papel ... Ou a gente ainda não se pertence! Então a idéia é escrever o livro (aquele que parou na página cento e...) em Alemão! Os que agora voltaram à OUTRA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR e estão novamente a questionar a sanidade mental de quem estas linhas escreve percebam, pois, a brincadeira! Ah! A gente perde o livro, mas não perde a piada! Um ser desagradável qualquer plagiou um poema meu. Levemente chateada, quase que "emputo" (pensando bem, acho que fiquei chateada mesmo!) e reúno em um livro estas e outras bobagens que andei escrevendo! Não fosse o tal do juízo ressurgir e me empurrar para as coisas que por agora mais interessam... O livro voltou para o mundo das idéias, mas a minha avó - ô rapaz! - está aí, vendendo gaiatice!
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